EDITORIAL

A necessidade de preservação do meio ambiente anda, cada vez mais, sendo assunto importante não somente por ambientalistas, mas por toda a sociedade. Na construção civil, projetos que diminuam os impactos ambientais já são recorrentes.

As construções sustentáveis representam 8,3% do PIB do setor de construção civil, de acordo com pesquisas realizadas em 2014 pela consultoria Ernst & Young, sendo que este tipo de construção tem crescimento médio de 30% ao ano. Por isso, projetos de paisagismo ganham a vez nos empreendimentos imobiliários.

E, ao contrário do que se possa pensar, o paisagismo vai além de um pequeno canteiro de plantas. Em grandes empreendimentos, condomínios ganham uma extensa área verde, integrando o meio ambiente ao conjunto arquitetônico.

Segundo o diretor-geral da Construtora e Incorporadora Laguna, Gabriel Raad, o paisagismo em um lançamento imobiliário é de fundamental importância. “Além de agregar valor ao imóvel, gera qualidade de vida para os moradores e oferece momentos de lazer e convívio para a família”, declara.

Para Raad, há uma crescente valorização de áreas verdes e naturais. “As pessoas estão em busca de lugares tranquilos e seguros, ao mesmo tempo em que precisam estar em centros urbanos. Harmonizar os dois ambientes é o desafio para esses empreendimentos”, acredita.

EDITORIAL

Trincas, rachaduras, infiltrações, acabamentos desgastados, falhas elétricas ou hidráulicas são problemas comuns que afetam centenas de residências em todo o Brasil. E quando alguma destas características aparece, é bom ficar atento, porque pode estar na hora de planejar uma reforma. Mas, o que fazer para evitar os transtornos que possam surgir durante a execução do projeto? A resposta é simples: contratar uma boa equipe de profissionais.

Além de optar por materiais práticos, modernos e acessíveis, e considerar as mudanças necessárias e o prazo da obra, é importante contratar uma equipe que esteja preparada e capaz de gerenciar o desenvolvimento da obra conforme o cronograma e também minimizar e solucionar problemas que ocorram no decorrer do projeto.

Se a opção for ampliar o imóvel, é preciso evitar que a estrutura sofra algum dano. Se a reforma incluir a construção de mais um andar, por exemplo, o ideal é fazer um reforço na estrutura para garantir que o imóvel esteja em segurança ao longo da execução do projeto. Desta forma, não haverá danos ao final do processo.

Criar soluções flexíveis ou apostar num estilo mais contemporâneo de arquitetura, além de proporcionar conforto e sensação de bem-estar, resulta em valorização, principalmente, quando a decisão é por vender o imóvel. A vantagem em reformar, além da estética, é o valor que agrega ao imóvel na hora de decidir por vendê-lo.  As orientações são de destaca do executivo de uma empresa de engenharia, Daniel Fazenda Freire.

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Em pesquisa realizada pela KPMG, mais de 50% dos executivos do setor imobiliário acreditam que o principal desafio ao desempenho do segmento nos próximos três anos será o mercado instável. Ainda segundo a pesquisa, outros 27% avaliam que o segundo maior desafio será a disponibilidade de funding, que desacelera os investimentos e retarda o resgate do ciclo de fortalecimento do mercado.

Considerando o inseguro cenário que empreendedores, executivos e investidores têm encontrado no país, o clima de incertezas e as rápidas mudanças dos ambientes regulatório e fiscal podem interferir ainda mais no crescimento dos negócios.

Para 2016, 36% dos respondentes afirmam que as empresas precisarão focar na redução de custos; 29% acreditam que elas cuidarão de renegociações financeiras; e 26% darão atenção à eficiência operacional, visando maior produtividade para que seus negócios deslanchem novamente.

É imprevisível o rumo que a economia e, por consequência, o mercado tomará nos próximos anos. É importante manter a confiança de que haverá estabilização e reaquecimento nos negócios no país, mas para isso as gestões precisarão de objetivos bem definidos e a compreensão de que haverá necessidade de mudanças que refletirão positivamente no futuro.

EDITORIAL

Dezembro e janeiro são os meses em que muitas pessoas tiram férias e costumam viajar para o litoral. Na hora de escolher o imóvel para passar a temporada, é preciso tomar alguns cuidados para que o momento de lazer e de descanso não seja frustrado por problemas na locação.  Segundo a advogada Oksana Guerra, que atua na área de Direito Imobiliário, existem diferenças entre o contrato de aluguel para a temporada e o de moradia, mas a principal é que a locação para as férias não pode ultrapassar o prazo de 90 dias.

A advogada lista outras dicas para o locatário não cair em ciladas:

Pagamento: de acordo com a Lei do Inquilinato, o pagamento do aluguel deve ser feito depois do fechamento do mês de uso. Porém, no caso de férias, como o período é menor, o proprietário pode pedir a antecipação do pagamento ou, então, metade do valor no ato da reserva e o restante no término do contrato. Também é comum a exigência de cheque caução para garantir que o imóvel será entregue nas mesmas condições do que foi alugado.

Locação pela internet: toda negociação feita pela internet exige um pouco mais de cautela, por isso o ideal é procurar sites confiáveis e, se possível, pedir a indicação de conhecidos. Por precaução o inquilino pode salvar as telas com a descrição do imóvel, valores e outras especificações, além de guardar os emails trocados com a imobiliária ou proprietário da residência. No caso de não ser possível a visita ao imóvel antes de fechar o contrato, confira o endereço e se realmente existe residência no local informado.

Fechando negócio: certifique-se de que está fechando negócio com o proprietário do imóvel ou alguém autorizado. São comuns os casos de anúncios sem a permissão dos responsáveis com várias pessoas alugando o mesmo imóvel, o que pode ser considerado golpe.

Contrato: o ideal é que a negociação seja sempre formalizada por meio de um contrato. Fique atento às cláusulas como responsabilidade por vícios no imóvel e os dados do proprietário. Não assine o documento antes de receber uma descrição detalhada do imóvel, condições de uso e estado de conservação. Outra dica é pedir uma relação do que terá disponível no imóvel como utensílios domésticos, roupas de cama e artigos de praia, por exemplo.

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Confira os alertas e dicas do biomédico Roberto Martins Figueiredo, o Dr. Bactéria, sobre os cuidados essenciais com a alimentação nas praias.

LATAS

Por algum tempo, correu pela Internet uma corrente manifestando o problema envolvendo latinhas de bebidas e Leptospirose.  Teoricamente pode ocorrer, uma bactéria Leptospira interrogans, causadora da doença. Pode sobreviver, em condições ótimas, por 6 meses fora de seu hospedeiro, o rato. Quando este roedor urinar sobre as latas, o que pode acontecer tendo em vista as práticas não muito adequadas de estocagem destes produtos, a bactéria fica na superfície. O contato da latinha contaminada com a mucosa bucal permite a penetração da bactéria ocasionando a Leptospirose. Os cuidados neste caso, seriam ou a prévia lavagem das latas com água corrente ou então, consumo com canudos  (o que não dá para fazer com cervejas).  Importante, devemos dar um nó nos canudos a amassar os copos descartáveis, pois ainda existe a  prática do reaproveitamento destes matérias  por parte de alguns ambulantes não idôneos.

CAMARÃO

O camarão é rico no aminoácido histidina que, ao ser deteriorado por bactérias, como no caso de refrigeração não adequada ou camarão velho, pode dar origem à histamina, substância que pode levar a processos semelhantes à alergia com sudorese, aumento do calor do corpo, manchas avermelhadas no corpo (sobretudo costas e rosto) e podendo levar até a problemas mais sérios como edema de glote. O tratamento seria a aplicação de antialérgicos e término do dia de lazer. Observe o camarão antes de fritar. Qualquer alteração ou dúvida, não coma.

A casca do camarão deve sair por inteira e facilmente, estando grudada na carne, também não devemos ingerir.

PASTEL

Em primeiro lugar a higiene geral do local, manipuladores, carrinhos e, principalmente se os pastéis estão em local refrigerado (e se a caixa térmica usada está limpa também), as condições do óleo utilizado.

RASPADINHA

Crianças são consideradas grupos de risco, pois apresentam baixa resistência. Gelo direcionado para consumo humano é obrigatório que seja produzido com água potável, como no caso daquele gelo que compramos em sacos que vem na forma de cubos. O gelo vendido em barra, geralmente é direcionado, somente, para a refrigeração e, como tal, muitas vezes não é obrigatório que seja produzido com água potável.Bactérias não morrem no congelamento, isto é, se a água utilizada estava contaminada o gelo também vai estar. Observar: condições de higiene do carrinho, do manipulador, do gelo e do  recipiente plástico tipo bisnaga.

Observar também se não existe contato da mão do manipulador que empurrou o carrinho, pegou dinheiro, pegou vários objetos etc, com o produto que você está comprando.

ÁGUA DE COCO

Que risco poderia ter em tomar água de coco? Ela não está estéril (sem microrganismos), dentro do coco? Sim, sem dúvida, qualquer presença de bactéria iria alterar o produto, tornando a água com característica azeda. O problema está principalmente nos canudos. Infelizmente, mesmo sendo poucos, existem alguns ambulantes que teimam em reutilizar canudos. Para evitar que isto ocorra, sempre amasse copos descartáveis e dê um nó, bem forte, no canudo, antes de jogar fora.

SANDUÍCHES NATURAIS

O que temos que observar: condições gerais de higiene do vendedor; da caixa térmica utilizada para transporte, impossibilidade do contato manual direto do manipulador com os produtos que ele está vendendo; embalagem dos sanduíches; rotulagem (nome do produto, ingredientes usados, data de fabricação e validade) e o mais importante, temperatura do produto, tem que estar frio, não tem acordo, se não estiver em uma temperatura baixa, não compre.

 

EDITORIAL

Outubro marca o início do horário de verão. Desde o dia 18, 10 estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Distrito Federal adiantaram em uma hora os relógios. A operação inversa, que vai marcar o final do horário de verão, será realizada à zero hora de 21 de fevereiro do ano que vem.

Com base em edições anteriores, o horário de verão deve contribuir para reduzir em 4,5% os níveis máximos de demanda por energia elétrica entre às 18h e às 21h. Isso corresponde a dispensar a injeção de 200 megawattts de potência no sistema elétrico estadual durante as horas de intenso consumo simultâneo.

Ao contrário do que muita gente pensa, a principal finalidade do horário de verão não é reduzir o consumo de eletricidade, mas distribuir de maneira mais racional a elevação da demanda das diversas classes consumidoras durante o horário de ponta, aliviando as condições de operação de instalações como usinas geradoras, subestações e linhas de transmissão.

Embora exista redução nos níveis de consumo, ela é da ordem de 0,5%, em decorrência da maior disponibilidade de iluminação natural, o que permite reduzir o tempo de uso de lâmpadas.

A lógica do horário de verão é simples. O adiantamento dos relógios em uma hora durante o período do ano em que os dias são mais longos altera as curvas máximas de demanda no final do dia, oferecendo uma folga operacional às unidades geradoras. Por exemplo, a ativação dos sistemas de iluminação pública – cujas lâmpadas são acionadas automaticamente ao escurecer, independentemente da hora do dia – só acontece depois de encerrado o expediente na maior parte dos escritórios e indústrias e de superado o momento de maior demanda nas residências.

No entanto, a forte demanda de energia entre às 14h e às 17h nos últimos verões – causada pela popularização e maior uso de equipamentos de refrigeração – tem sido responsável por deslocar o pico de consumo de energia para este horário nos meses mais quentes. Como o horário de verão tem efeito apenas nos consumos ao fim do dia, ao longo da tarde é importante que as pessoas façam uso racional de ar-condicionado e demais equipamentos elétricos.

Esta será a 41a vez que o horário de verão será adotado no país. A história da medida no Brasil começou na década de 30, pelas mãos do então presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase meio ano, em vigor de 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932.

Nos 35 anos seguintes, a medida foi instituída em nove oportunidades – em 1932, de 1949 a 1952, em 1963 e de 1965 a 1967. Depois de muito tempo esquecido, o horário de verão ressurgiu em 1985, por decreto do presidente José Sarney, sendo adotado desde então.

Em 2008, foi editado o Decreto 6558, que estabeleceu regras duradouras para a aplicação do horário de verão, como a área de abrangência e época para início e término. Assim, ficou determinado que o horário de verão será aplicado nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, incluindo o Distrito Federal, com início sempre no terceiro domingo de outubro e encerramento no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte – a menos que este seja o domingo de Carnaval. Nesse caso, o final do horário de verão fica adiado para o final de semana seguinte, como acontecerá em 2016.

Editorial

Quem tem crianças na família sabe o quanto elas esperam ansiosamente pelo dia 12 de outubro. Já vão falando por dias tudo o que eles gostariam de ganhar e fazem listas das prioridades. E é claro que é ótimo poder presenteá-las com o que querem, fazer uma data alegre e ver o sorriso estampado no rostinho de cada um. No entanto, é preciso um pouco de planejamento para que, o que era para ser curtição, não se torne uma preocupação por longos meses.

Sendo assim, já que faltam poucas semanas para que o grande dia chegue, minha pergunta para os adultos é a seguinte: vocês são programaram? Tentaram saber o que elas querem com antecedência, pesquisaram preço, viram se cabe no orçamento sem comprometê-lo e, caso contrário, já viram outras opções? Parece exagero falar assim, mas não é; muitas pessoas não se preparam para datas comemorativas como essa e daí se veem num impasse, comprando algo que terá que pagar em muitas parcelas ou ainda não podendo comprar nada.

Nem uma e nem outra situação são as melhores. E é simples resolver, basta praticar educação financeira. Não é nada complicado sentar no fim ou no início de todo ano, reunir a família e buscar prever os gastos certos dos próximos meses, se preparando financeiramente para eles. Pode ser trabalhoso, mas, no final das contas, vale a pena conseguir realizar todos os objetivos, sem que isso traga endividamento inconsciente, podendo levar à inadimplência.

Ao fazer esse planejamento, é possível inserir as crianças no processo de educação financeira, ensinando-as que nem sempre poderão ter tudo o que querem e que o dinheiro tem seu valor. Assim também, é possível juntar a quantia ao longo dos meses, para que possa pagar à vista e com desconto.

Antes de sair às compras, pesquise em, pelo menos, três lugares diferentes (tanto pela internet como em lojas físicas). Dependendo do produto ou serviço, a diferença de preço pode ser considerável. Caso não tenha se programado para esse Dia das Crianças, lembre-se sempre de respeitar o padrão de vida; não se precipite comprando algo que não possa. Veja as opções de presentes, saiba os preços e analise bem o seu orçamento financeiro, para ver se é possível.

Se tiver que comprar a prazo, não esqueça de fazer as contas, somando as outras parcelas que já possui. Uma última orientação muito importante é que, por pior que a situação financeira esteja, não deixe a data passar em branco, e lembre-se que o mais importante é estarem juntos, passando momentos felizes, e não as coisas materiais. As orientações são de Reinaldo Domingos, educador financeiro e presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin).

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