O que faz bela uma obra arquitetônica

O arquiteto Frederico Carstens, da Realiza Arquitetura, liga os valores morais e culturais a beleza estética.  Crédito: Diego Pisante

Sempre que nos deparamos com uma construção nosso primeiro instinto nos leva a classificá-la como bela ou não. Batemos o olho e processamos a informação visual de forma a considerar se aquilo que nos está exposto nos agrada. No entanto, uma tese defendida pelo arquiteto Frederico Carstens, sócio e proprietário da Realiza Arquitetura, nos mostra que uma obra ser ou fazer-se bela vai mais além de uma primeira impressão.

Isso devido ao fato de nos sentirmos inseguros ao proferir uma opinião em relação àquilo que temos poucos parâmetros para balizar. O que até certo ponto é aceitável, tanto o homem comum quanto o profissional podem passar por essas dúvidas. É importante ressaltar que esses casos são melhores administrados quando há um melhor aproveitamento prazeroso da estética por parte da pessoa. De modo que “a apreciação arquitetônica está diretamente ligada aos valores do observador”, diz Cartens. Ou seja, quando melhor nos relacionarmos com os meios que nos agregam informação, mais embasamento, conhecimento e discernimento teremos para apreciar uma obra, seja ela arquitetônica ou não.
            
COMO É O PROCESSO PARA DETERMINAR O QUE É BELO
            
De acordo com Frederico Carstens, “quando deparado com um edifício, o homem experimenta imediatamente uma serie de sensações onde as visuais são predominantes são predominantes. Neste primeiro estágio um envolvimento subconsciente determina seu interesse pela continuidade ou não da experiência arquitetônica”. Passado esse primeiro momento, o observador inicia um processo de análise estética intelectual mais íntima. Onde há uma permuta de dados e conceitos entre o observador e as particularidades da obra permitindo uma releitura conceitual nova a respeito do que está exposto. “O homem passa por uma análise estética intelectual que o permite ratificar ou alterar seus valores iniciais”, diz o arquiteto.
 
“Para compreender seu presente, conheça seu passado e projete seu futuro”.
 
Quando nos deparamos com uma construção que partilhe de nossos valores morais e culturais, nos surte um sentimento harmônico com ela. Para compreendermos melhor como nossos valores são transmitidos para as construções, voltemos na história e olhemos como a cultura egípcia viveu essa realidade. Há seis mil anos, a civilização egípcia compartia dos mesmos valores, o que fez com que fosse projetado em suas expressões estéticas aquilo que acreditavam como seus deuses Isis e Osíris.

No entanto, o período que vivemos hoje é oposto ao antigo. Vivemos a pós-revolução industrial, onde se incorporou como valores a padronização e centralização. Criou-se assim a vida em ambiente de fábrica, a família nuclear e iniciando tudo em escolas baseadas em padronização. O mundo tornou-se globalizado e as informações generalizadas e massificadas. Sem saber, a sociedade industrial influenciaria “toda espécie de programas da arquitetura moderna”, ressalva Frederico Carstens.

“A arquitetura e o campo do saber capaz de materializar com maior eficácia os valores morais do século XXI. Uma arquitetura forte, que causa reflexão ao observador, retirando-o do torpor apático frente o seu mundo, torna-se a opção estética adequada e consonante com nossa época”, explica Carstens que conclui: “Neste início de novo milênio a reflexão não é apenas lícita, mas indispensável”.

Serviço:
REALIZA ARQUITETURA
Rua Alcebíades Plaisant, 575 - Água Verde
Fone/fax: (41) 3242-0052

Ruy Barrozo Comunicação & Marketing
(41) 3023-2069

Cuidado na hora de aquecer sua casa

Nos dias mais frios, as pessoas acabam recorrendo a diferentes tipos de aquecedores para deixar o ambiente mais confortável. Entretanto, é necessário tomar alguns cuidados. “Os aquecedores aprovados para uso domiciliar podem provocar uma diminuição da umidade do ambiente e algum grau de ressecamento das vias aéreas, além dos riscos de incêndio quando não são observadas as recomendações do fabricante”, explica o Dr. Aluisio de Melo Jr., neurologista do Hospital Nossa Senhora das Graças.

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Medo de contrair H1N1 pode causar pânico e outros problemas psicológicos

Manchetes de jornais e programas de rádio e televisão estão tirando o sono de muita gente. Assustadas com o aumento de casos da influenza A muitas pessoas podem achar que estão infectadas sem estarem – até manifestando sintomas. O mais grave é quando o nível alto de ansiedade causa uma baixa de imunidade e realmente deixa a pessoa vulnerável não apenas ao vírus H1N1, mas a outras doenças.

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Uso de máscara previne contágio da gripe A

No ônibus, no banco, supermercado e outros locais de aglomeração, o uso da máscara cirúrgica é a forma mais eficaz de se proteger da gripe A. Há quem não acredite na necessidade dessa precaução e que tenha até receio de parecer ridículo e alarmista ao usar a máscara, assustando e escandalizando outras pessoas. Porém, a infectologista Dra. Maria Terezinha Carneiro Leão, do Instituto de Neurologia de Curitiba (INC) alerta: a necessidade do uso da máscara é real e urgente. “Se eu pegar um ônibus, vou usar a máscara. É melhor correr o risco de parecer ridículo do que de pegar a gripe A”.

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Maquiador paranaense é um dos finalistas do concurso Maquiadores do Brasil

Após dois meses de seleção, chegou a grande final do concurso Natura Maquiadores do Brasil. Mais de 3 mil inscritos e 10 etapas presenciais para chegar aos 16 candidatos que participarão da seleção final nesta terça-feira (04/08). A final acontecerá a partir das 9h30, no Teatro da Rede Record, e só 8 profissionais serão contratados, entre os finalistas está o paranaense Riccardo Guerra.

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Comunidade carente tem acesso à justiça gratuita

Ensinar alunos e, ao mesmo tempo, ajudar a suprir a demanda da população carente de Curitiba prestando assistência jurídica gratuita. Esse é o objetivo do Núcleo de Prática Jurídica do UNICURITIBA (Centro Universitário Curitiba). Participam do trabalho todos os alunos dos dois últimos anos do curso de Direito, agrupados em equipes, e sob a supervisão de 15 professores – todos advogados inscritos na OAB/PR.

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Consumo de chás aumenta no inverno

As baixas temperaturas registradas no inverno fazem com que as pessoas procurem uma maneira de se aquecer e, o consumo de chás, é uma boa opção. Além disso, nutricionistas apontam esse consumo como a melhor alternativa para aumentar a ingestão hídrica, sem aumentar o consumo calórico. “No inverno as pessoas tendem a beber menos água e por isso, aconselhamos que elas bebam chá para aumentar o consumo de líquidos”, afirma a nutricionista Renata Garcia , da Risa Refeições Empresariais, lembrando que todos deveriam consumir pelo menos 1,5 litro de líquido todos os dias. Gisele Gomes Gouveia - também nutricionista da empresa - acrescenta que o consumo de chás nesta época do ano pode ser uma boa alternativa para aquecer o corpo sem “cair na tentação” de tomar chocolate quente, que é uma bebida muito calórica.

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