Segundo o prefeito as audiências públicas “priorizam investimentos de curto e médio prazo, com obras importantes para os bairros”, disse Richa. Os 600 metros de pavimento para o acesso à ponte do Barigui deixarão mais rápido o trânsito entre os bairros Fazendinha e CIC, e entre os terminais Fazendinha e Caiuá. Além do asfalto, serão feitas também obras de drenagem. A previsão é que a obra seja entregue em 150 dias. Além do novo acesso, a Secretaria Municipal de Obras Públicas fará ainda na região das vilas Estrela, Dalva, Pimpão e São Jorge, a revitalização de 30 ruas.
O empreendimento Residencial Caiobá será executado em parceria com a Caixa Econômica Federal. A construção significará um investimento de R$ 5,040 milhões, financiado com recursos do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal. Participaram da assinatura o superintendente da Caixa em Curitiba, Celso Matos, e o presidente da Companhia de Habitação Popular de Curitiba, Mounir Chaowiche.
”Com esta nova obra, vamos atender um segmento importante da clientela do programa habitacional do município, representado pelas famílias com renda de até três salários mínimos. Isso demonstra que estamos dando atenção à parcela da população que mais precisa de moradia”, disse Richa. Curitiba foi a primeira cidade do Paraná a assinar a adesão ao “Minha Casa, Minha Vida”, em abril último, quando Richa assinou contratos para os empreendimentos Residencial São Francisco e Residencial Santa Mônica, também no Bairro Novo.
Proximidade
O Residencial Caiobá será construído em um terreno de 5,7 mil metros quadrados, na esquina das ruas Olívio Domingos Leonardi com Nova Aurora, no Bairro Novo. O condomínio, com sete blocos com 16 apartamentos em cada um, estará localizado em uma região com urbanização consolidada, que conta com equipamentos e serviços públicos na vizinhança. Em frente à obra, fica a Escola Municipal Paulo Freire e a duas quadras de distância está a Rua da Cidadania do Bairro Novo.
Os apartamentos terão dois quartos e um custo unitário de R$ 45 mil. A comercialização das unidades vai observar a ordem de inscrição de famílias cadastradas na Cohab, com renda de até R$ 1.395 mensais (três salários mínimos). A convocação dos inscritos, de acordo com o presidente da Cohab, Mounir Chaowiche, deve ocorrer na fase final de construção, no próximo ano. A obra tem duração prevista de 12 meses.