Animais de focinho curto, como pug e pitbull – também conhecidos como braquicefálicos – correm mais risco de terem problemas respiratórios durante um voo e, por isso, são vetados pela maior parte das companhias aéreas. Essas raças lidam mal com grandes variações de temperatura e no ar ficam com a respiração mais pesada, podendo sofrer graves danos.
O local de transporte do animal também é outro fator a ser levado em consideração ao planejar a sua viagem. O fator que determinará se o seu bichinho de estimação irá na cabine ou no compartimento de carga são as dimensões e o peso da caixa de transporte – Kennel – somado ao peso do pet. Isso, entretanto, varia de acordo com cada companhia aérea.
O tamanho da caixa de transporte é muito importante. Como o animal ficará confinado em um pequeno espaço por muito tempo, a caixa deverá ser apropriada ao tamanho do seu pet. Ela deverá caber sob o assento à frente, ser larga o bastante para que o cão ou o gato possa circular, deitar e ficar em pé naturalmente. Caso você possa viajar com o seu pet na cabine do avião, deve ficar atento aos diferentes espaços entre as poltronas, que variam muito. Além disso, como alguns voos são mais longos do que outros, o animal pode ficar com fome ou sede, então é preciso ter acoplado recipientes de água e comida, além, é claro, de ser forrada com material absorvente.
Além dos cuidados básicos com a saúde do animal, é necessário também estar atento para as documentações necessárias para viajar com o seu pet. Os principais itens a serem avaliados antes da sua viagem: certificado de inspeção veterinária; exigências específicas dos destinos; para viagens internacionais algumas outras documentações são necessárias, como o Certificado de Aclimatação; passaporte animal; apresentação de comprovante de idade do animal.