O sucesso desse sistema de fonte de luz deve-se ao seu consumo de energia equilibrado e eficiente. Diferente das lâmpadas convencionais, as lâmpadas de LED produzem a mesma quantidade de luz, porém, utilizando menos energia e, consequentemente, gerando menos calor no processo. No entanto, quando ligadas em sua intensidade máxima, podem iluminar ambientes de forma agressiva. Aí entra a importância da dimerização do LED.
De acordo com Thiago Ferreira, a potência das lâmpadas não dimerizadas pode alterar as cores de objetos e tons de pele, trabalhando como uma “bomba de luz” que precisa ser controlada. “A dimerização de iluminação funciona como um controle de fluxo ou carga elétrica, ou seja, o usuário libera mais ou menos intensidade de luz de acordo com a sua necessidade. É como a torneira que serve para liberar mais ou menos água”, exemplifica o profissional. Além disso, a tecnologia valoriza a decoração dos ambientes por meio do controle da intensidade da luz, proporcionando efeitos e cenas para ocasiões como o jantar em família, momentos de leitura ou confraternizações.
Contudo, para aperfeiçoar o projeto luminotécnico com o sistema de dimerização, devem-se levar em consideração alguns princípios técnicos. O primeiro deles é comprar uma lâmpada de LED dimerizável, visto que nem todos os tipos de lâmpadas podem ser ajustados. Conforme Thiago explica, o desempenho e funcionamento da dimerização pode variar de acordo com a lâmpada ou mesmo com o controlador dimmer. Quanto às instalações, atualmente existem solução dedicadas para retrofit e com comunicação sem fio – via dispositivos de comando pelo controle de rádio frequência, tablets e smartphones –, o que evita ou diminui eventuais reformas.