Crédito: Ricardo Pacak
Crédito: Ricardo Pacak
O que se observou na passarela, sob música misteriosa e peculiar, foram modelos voltados ao tradicional guarda-roupa masculino, promovendo a transformação das peças clássicas por meio de modelagens e tecidos. A imagem do homem se tornou forte e questionadora na passarela do Crystal.
No coração do guarda-roupa masculino, o brilho maior ficou por conta das primorosas peças de alfaiataria. As calças trouxeram modelagens diferenciadas: ora com cintura alta e justas, ora largas e confortáveis. As camisas, que mantêm a veia clássica, criaram uma intimidade com o esporte. Na paleta de cores, muito branco e preto.
O tecido plástico da última temporada seguiu com força. E da mente criativa de Herchcovitch saíram smokings e peças mais urbanas. Os bonés, por sua vez, contrastaram com a imagem perigosa e sombria dos modelos que caminharam pela passarela.
Já a coleção feminina surgiu com a incorporação de elementos esportivos e muita pesquisa em materiais, modelagens e silhuetas. A mistura de cores deu o tom da coleção, embora o desfile tenha iniciado com a tonalidade que virou febre na estação: o nude. Ao passo em que as formas foram encorpando, as cores foram surgindo na boca de cena, que se manifestam em manchas, aplicações, estampas e muita mistura de tecidos – como cetins, rendas e malhas.
Para as mulheres, o ponto de partida foi a inspiração em esportes como o futebol americano, que se traduziu em ombros arredondados, proeminentes e bolsas no formato de bola. Meias coloridas e transparências também orientaram as modelagens.
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