EDITORIAL

Novo ano, novo governo, tanto aqui no Paraná, como lá no Planalto e com isso, novos estilos de governar. Em campanha, Dilma Roussef afirmou que era católica e foi até o Santuário de Aparecida orar. Mas, agora como presidente, a primeira coisa que fez foi mandar retirar a cruz e a Bíblia do seu gabinete. Não dá para entender. Assim como não podemos aceitar calados a decisão do ex-presidente sobre Cesare Battisti, o privilégio do passaporte diplomático aos filhos de Lula, a incrível conclusão da Comissão de Inquérito da Casa Civil, que cinicamente absolve a ex-ministra e seus filhos dos crimes praticados na Casa Civil da Presidência. Bom, mas aqui na terrinha as coisas estão caminhando. O governador Beto Richa em visita ao quartel do Corpo de Bombeiros e à coordenação da Operação Viva o Verão, em Matinhos, determinou ao Secretário de Segurança, o delegado federal Reinaldo de Almeida César a adoção de medidas para reduzir os índices de criminalidade no Paraná. Para a classe assalariada, Luiz Cláudio Romanelli, secretário estadual do Trabalho, Emprego e Promoção Social, assegurou que o governo deve continuar com a política do salário mínimo regional. Segundo o secretário, o piso regional será discutido no já nos próximos meses. Até maio, o mês que é a data base do mínimo regional, haverá debates com as centrais sindicais, o setor patronal, o Governo Estadual e unidades técnicas como Ipardes e Dieese. O mínimo regional do Paraná é o maior salário regional do país. Foi instituído no ano de 2006 e hoje seus valores oscilam entre R$ 663,00 e R$ 765,00 para quatro categorias de empregados que não têm acordo coletivo de trabalho. Trabalhadores do campo, do comércio, da produção de bem, da indústria e domésticas são atendidos por este salário.  Já a Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social, comandada pela primeira-dama Fernanda Richa, anunciou o lançamento do programa Família Paranaense. O projeto de assistência social é parecido com o da Família Curitiba, que foi lançado em novembro de 2009 pelo governador Beto Richa quando ele era prefeito da capital paranaense. A Prefeitura de Curitiba começa as obras de revitalização da segunda etapa da Avenida Marechal Floriano Peixoto, entre a Linha Verde e a avenida Waldemar Loureiro de Campos. Serão recuperados 3.846 metros das seis pistas e duas faixas de estacionamentos da Avenida Marechal Floriano, no trecho entre a Linha Verde e a Rua Waldemar Loureiro de Campos. O maior volume de recursos será na revitalização das calçadas, asfalto e ciclofaixas, cujo investimento é de R$ 4,2 milhões. Também serão aplicados R$ 1,3 milhão implantação de nova iluminação pública, que seguirá as mesmas características da Avenida Padre Anchieta, com luminárias especiais para as calçadas e ciclofaixas.

 

 

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