Segmento imobiliário é opção de poupança na aposentadoria

Por conta de seu caráter conservador e de baixo risco, mas com uma rentabilidade maior do que muitas alternativas mais tradicionais, principalmente por conta da isenção do Imposto de Renda, na fonte e na declaração para os investidores pessoa física, as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) têm atraído os investidores. O investimento pode ser feito em ativo físico ou em produtos financeiros.

A letra de crédito imobiliário é um título de crédito de contexto específico e sua emissão é restrita às instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central a operar com carteira de créditos imobiliários, sendo oferecida a investidores de perfil conservador, configurando-se como título de renda fixa. Foi criada para permitir a captação de recursos para financiamento da construção civil. As instituições financeiras emitentes, de um lado, concedem o crédito a incorporadores ou adquirentes de unidades imobiliárias e, de outro lado, buscam no mercado investidores que, recebendo letras de crédito imobiliário, suprem o numerário daquelas operações, antecipando a respectiva receita.

Especialistas indicam o segmento como uma alternativa para aumentar a renda na terceira idade. Ou seja, não se recomenda que todo o dinheiro seja imobilizado em um imóvel. Em termos de valorização, a história tem mostrado que os imóveis também são boa opção. Nos últimos três anos, enquanto o preço dos imóveis avançou 85%, o Ibovespa subiu 47,8%. Em geral, imóveis pequenos, como salas comerciais e apartamentos de dois dormitórios, são os mais indicados, pois têm três características: oferecem retornos mais atrativos, têm muita procura – não ficam desocupados por muito tempo – e se encaixam na estratégia de diversificação da carteira (por causa do valor).

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