Lançamentos privilegiam espaços de convivência e área íntima

Hoje, as coberturas ou penthouses são um artigo de luxo nos condomínios. Além do aumento no interesse e na procura dos compradores por edifícios residenciais que agreguem as características de morar numa casa e de desfrutar de uma área descoberta, o arquiteto Marcio Campos diz que a legislação que determina os parâmetros para construir em Curitiba favorece a inclusão da cobertura em dois níveis nos projetos.

“Estas unidades usualmente seguem, no pavimento inferior, o mesmo padrão da planta tipo dos apartamentos tradicionais. Já no andar superior procura se prevalecer de dispositivo legal que permite a construção de um terço da área do pavimento tipo, sem considera-la como área computável, aumentando o potencial construtivo da edificação. Dessa forma, amplia-se o limite para construir”, explica.

Além de geralmente contarem com mais de um pavimento, os recentes lançamentos das empresas na capital paranaense valorizam e integração dos espaços internos de convivência, resgatando o conceito do duplex invertido. “Nessa proposta, normalmente no pavimento inferior eliminam-se os dormitórios e estes passam a fazer parte do pavimento superior. Desse modo, o andar de baixo torna-se um espaço social e o de cima preserva a área íntima, semelhante ao padrão de uma residência unifamiliar”, explica Campos.

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