Unidos, eles começaram a implantação do Projeto de Desenvolvimento das Cidades do Paraná, coordenado pela Rede de Participação Política – iniciativa apartidária criada pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) e pelo Serviço Social da Indústria (SESI).
O primeiro encontro, o Seminário Visão de Futuro, aconteceu na última sexta-feira (26), onde reuniu moradores que representam a terceira idade, para pensarem em um lugar ideal para se viver daqui a dez anos, listando todos os desejos e anseios da comunidade.
Ao invés de apenas esperar soluções dos governos, a população local resolveu tornar-se o principal ator político deste processo e acelerar o desenvolvimento do bairro Rebouças. “Espero um bairro melhor para os idosos. Esse projeto é muito bom, pois ele não traz a opinião só de uma ou duas pessoas. É preciso de um conjunto e eu estou correndo atrás disso”, conta a aposentada e moradora do bairro, Ângela Buzatto. “Eles já moram aqui no Rebouças há muitos anos e já viram as diversas mudanças que ocorreram no bairro, porém, nunca tiveram a oportunidade de dar ideias. Com esse seminário deu pra ver quais foram os acertos e o que ainda precisa ser melhorado”, explica Pedro Henrique Rodrigues, agente de desenvolvimento do Rebouças.
O objetivo ao fim da implantação da metodologia é ter uma agenda de ações para o primeiro ano que possa ser executada em parceria com os demais segmentos da sociedade. “As pessoas ficam sempre esperando e nessa acomodação, elas não se envolvem em nada. O importante é a participação de todos e se nós não sonharmos, nada vai acontecer”, lembra Simone Cordeiro, coordenadora de atividade física da Unidade Ouvidor Pardinho, local onde uma turma de idosos faz aulas de ginástica.
Rebouças em 2020
Os idosos, divididos em grupos, sonharam com o bairro Rebouças daqui a dez anos e listaram prioridades como a reforma e ampliação da sala de ginástica da praça Ouvidor Pardinho, calçadas uniformes, plantação de árvores frutíferas, melhor atendimento nos postos de saúde e a construção de um Armazém da Família. “Todo mundo quer as mesmas coisas e isso é ótimo; o negócio agora é fazer. Nós temos que ter paciência, só isso”, afirma, entusiasmada, a aposentada Clecy Solomon.
O próximo passo da metodologia do projeto será a listagem dos ativos do local, o que a comunidade tem de melhor e como pode auxiliar nesse processo de desenvolvimento.
Interessados em participar e colaborar com o projeto no Rebouças podem entrar em contato com Pedro pelo telefone (41) 8832-0509 ou pelo e-mail [email protected]
Saiba mais sobre a metodologia do projeto pelo site www.desenvolvimentolocal.org.br

Bernardo Wolff
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