Expoente participa de pesquisa inédita sobre qualidade de vida

 

Curitiba é a única cidade do Brasil que participa de um estudo internacional, realizado pelo Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida (GPAQ), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR). O Projeto Espaços Adolescentes faz parte de uma pesquisa maior, denominada de IPEN – International  Physical Activity na Environment Network (em português: atividade física na rede internacional de meio ambiente), e que acontece em mais de 15 países, visando a conhecer a relação entre as características da comunidade e a prática de atividade física e obesidade em adolescentes.

O projeto envolve 70 escolas públicas e privadas da capital paranaense e mais de 700 alunos de 12 a 18 anos, além de pais e professores. A cidade foi dividida em 32 setores censitários, considerando como requisitos renda e densidade populacional. A ação prevê aplicação de um questionário e observação de estruturas para práticas desportivas nas escolas e produtos da cantina, além dos espaços urbanos no entorno das instituições de ensino.

O Colégio Expoente foi selecionado para participar do projeto. Nesta semana, a pesquisadora do GPAQ, Helen Corletto, estudante de Educação Física da PUCPR, fez uma entrevista com o professor de educação física Marcos Aurélio Domingues, na Unidade da Água Verde. A intenção foi avaliar a promoção de atividade física e alimentação saudável na escola. Além disso, alunos do Expoente passaram a utilizar um acelerômetro, aparelho sensor do tamanho de uma caixa de fósforos usado na cintura e que mede os movimentos corporais.

De acordo com o pesquisador Bruno Czestschuk, cada participante receberá um relatório contendo informações como índice de massa corporal, nível de atividade física e algumas recomendações para melhorar sua saúde. “Os resultados são importantes para que o GPAQ possa orientar estratégias e políticas públicas voltadas à promoção de atividades físicas nas comunidades”, destaca.expoente pesquisa qualdiade de vida

Para o professor Marcos Aurélio, a pesquisa é muito importante porque a partir dos dados coletados poderão ser implantados projetos de intervenção que melhorem a qualidade de vida da população. “Todas as áreas serão beneficiadas com os resultados: segurança, infraestrutura, educação, saúde. E as escolas têm muito a ganhar”, avalia.

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