Após três anos de espera, os fãs da banda mais pirata e taberneira do país podem respirar aliviados e ouvir o terceiro álbum da Confraria da Costa, Motim. Levando letras que tocam o lado sombrio do ser humano, aliado com ritmos e sonoridades que remetem a um convés de navio do século XV ou uma taberna medieval, a banda consolida o estilo original com o lançamento de Motim O novo CD da Confraria mostra um amadurecimento musical e uma experiência maior com o ambiente de estúdio. “Nós estamos muito satisfeitos com o resultado. Às vezes você termina um disco e começa a ver algumas coisas que poderia ter feito diferente, mas não foi o caso em “Motim”. Conseguimos fazer tudo do modo que queríamos, e o trabalho de mixagem e masterização ficou excelente. Em comparação aos outros dois, eu diria que esse é o mais sujo, experimentamos um pouco mais e fomos um pouco ainda mais ousados do que no “Canções de Assassinato”, no quesito sujeira”, explica o frontman da banda, Ivan Halfon.
