Depois de concluída a obra, há um prazo de 60 dias para a legalização de questões documentais do empreendimento. O conjunto, que representa investimentos de R$ 63,5 milhões, está dividido em Parque Iguaçu I, II e III. O primeiro conta com 416 apartamentos, duas quadras poliesportivas, dois salões de festa e será destinado para atender inscritos na fila da Cohab, assim como o segundo, com 352 apartamentos, uma quadra poliesportiva e um salão de festas.
Já o Residencial Parque Iguaçu III, composto por 560 sobrados e 83 casas térreas, será ocupado de maneira mista – 323 unidades foram reservadas para a demanda da fila de inscritos, e as outras 320 serão destinadas para famílias que vivem em ocupações irregulares em áreas de risco social. Serão reassentados moradores das vilas Belo Ar, Ipiranga, Bons Amigos, Parque Náutico, Barracão, Icaraí, Cristo Rei, 23 de Agosto, Pantanal e Parolin.
Números
O Residencial Parque Iguaçu faz parte de um complexo maior de empreendimentos que estão sendo construídos no Ganchinho. Ao todo, o bairro vai ganhar 2.796 novas moradias, distribuídas em 11 conjuntos habitacionais.
A implantação dessas unidades habitacionais somadas significa investimentos de R$ 140, 5 milhões, recursos do Programa Minha Casa Minha Vida. Deste total de novas moradias, 224 já foram entregues. Trata-se do Residencial Araçá, ocupado por famílias da fila com renda entre R$ 1.395 e R$ 2.790.
Os residenciais Buriti e Novo Bairro I, II, III e IV, com um total de 409 unidades, serão destinados para inscritos na fila com renda até R$ 1.395 e para moradores de áreas de risco nas vilas Americanas, Coqueiros, Nova Aurora e Formosa.
Já os conjuntos Ipê, com 416 unidades, e Novo Bairro V, com 336, serão destinados inteiramente para famílias inscritas na fila da Cohab, com renda entre R$ 1.395 e R$ 2.790. No total, o novo complexo habitacional do Ganchinho vai atender 2.163 famílias da fila e 633 famílias que vivem em situação de risco social.
Rafael Silva/Cohab