EDITORIAL

Aí vai a nossa indignação para com a quantidade de impostos que nós pagamos aqui no Brasil. Desde o início do ano, os impostos alcançaram o valor recorde de R$ 1,1 trilhão, de arrecadação. A marca foi registrada pelo Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo. A previsão da ACSP é que, até o final do ano, o “termômetro” que inclui impostos federais, estaduais e municipais chegue a R$ 1,2 trilhão – R$ 200 bilhões a mais do que em 2009. É muito dinheiro arrecadado, para tão poucos resultados em prol da população. As centrais sindicais estão pressionando o governo para um aumento maior no salário mínimo de 2011, usando como principal argumento, os reajustes acima da inflação obtidos por categorias de trabalhadores da iniciativa privada neste ano. Representantes das centrais se reuniram com o governo e insistiram no valor de R$ 580,00. O Orçamento da União prevê salário mínimo de R$ 540, aprovado em relatório preliminar esta semana, por comissão do Congresso. A oposição defende um mínimo de R$ 600,00. Ganhou força, após a vitória de Dilma Rousseff (PT) na eleição presidencial deste ano, a possibilidade de volta da CPMF – o chamado “imposto do cheque”, que vigorou de 1997 a 2007 e foi criado para financiar investimentos na saúde pública, que na realidade, muito pouco deste imposto arrecado foi usado para a área da saúde. Líderes da base do governo estão defendendo a legalização dos bingos como forma de o futuro governo obter recursos extras, para o aumento real do salário mínimo ou para garantir um orçamento maior para a Saúde, defendido por vários setores do Congresso. Com a legalização, acreditam os líderes, estaria abortada a tentativa de recriar a CPMF – que traria desgaste político. Por falar em desgaste político, a Casa Civil prorrogou por mais 20 dias os trabalhos da Comissão de Sindicância criada para apurar as denúncias de tráfico de influência que envolveu a ex-ministra Erenice Guerra, familiares e assessores. A comissão foi constituída em 17 de setembro e já havia sido prorrogada por 30 dias em 15 de outubro. Curitiba ficou em primeiro lugar no Latin América Green City Index (Índice de Cidades Verdes da América Latina), divulgado dia 21 de novembro, na Cidade do México, durante a Cúpula Mundial de Prefeitos sobre o Clima. O índice foi feito pela Siemens e pelo grupo da revista inglesa The Economist, para apontar as cidades mais ambientalmente sustentáveis do continente. A capital paranaense ficou à frente de cidades como Buenos Aires, Santiago, Medellín, Bogotá, Quito, Guadalajara, Monterrey, Puebla, Cidade do México, Lima, Montevidéu, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. A falta de fiscalização das normas regulamentadoras tornam os problemas nas edificações ainda mais preocupantes para os profissionais da área de construção civil. Os órgãos responsáveis pelas aprovações dos projetos em Curitiba, e em todo o país, não observam com o rigor necessário se as normas técnicas estão sendo adotadas. O Governo do Estado definiu as novas obras a serem realizadas no litoral, em conjunto com as prefeituras de Guaratuba e Pontal do Paraná, para a próxima temporada de verão. As ações, pontuais e de rápida realização, vão beneficiar o trânsito e a infraestrutura urbana das duas cidades, aumentando o conforto para os moradores e turistas durante o próximo verão. Fique atento. Com o aumento da procura por pacotes turísticos e as inúmeras opções e facilidades para pagamento, o Procon-PR recomenda atenção antes de o consumidor fechar o contrato. De acordo com ele, é importante definir datas, período de permanência e a quantia que se pretende gastar com a viagem, para não comprometer o orçamento doméstico.  Leia estas e outras matérias de seu interesse, nesta edição. Boa leitura.

 

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