Associação desenvolve projetos direcionados a mulheres com câncer de mama

Considerado o tipo de câncer mais temido, ele é o mais frequente entre o sexo feminino, principalmente em mulheres acima de 35 anos de idade. Os tumores geram efeitos psicológicos que afetam diretamente as relações com a sexualidade e a imagem pessoal, que causam desconforto e insegurança.
 
Segundo Mariângela Araújo Raghi, que vivenciou essa experiência, as mulheres ficam muito fragilizadas quando recebem o diagnóstico. “Na verdade é fundamental o apoio da família e amigos nesse momento. É um período muito delicado em que é importante compartilhar a dor e buscar ajuda”, expõe.
 
Mariângela faz parte das estatísticas das mulheres que conseguiram vencer a doença. Para ela, o carinho das pessoas foi uma arma fundamental para a superação. “É importante procurar pessoas que passam ou já passaram pela doença, é muito bom enxergar nas histórias de outras mulheres a superação e a vitória”, aponta.
 
Desde 2006, Mariângela faz parte da Associação das Amigas da Mama, em Curitiba, que desenvolve projetos direcionados a mulheres que estão em fase de tratamento da doença. Para ela, que viveu o câncer um ano antes, em 2005, a associação representa uma parte de sua história. “As associadas são representantes de um grupo que vivenciaram e venceram, unidas, a doença. Trabalhamos para quem está passando pelo problema e lutamos para levar informação a todas as mulheres”, descreve.
 
Agregando voluntários
Fundada em agosto de 2001 pela união de mulheres que tiveram câncer de mama, a Associação das Amigas da Mama trabalha com o problema de perto. Com dedicação e muito carinho, as associadas procuram estabelecer contato com mulheres que sofrem com este problema por meio de reuniões, partilhas e outras atividades. Além disso, a associação procura levar informação a sociedade sobre os riscos da doença por meio de palestras de prevenção e atividades sociais. “É muito difícil promover essas atividades filantrópicas sem a ajuda das pessoas. Nós fazemos o possível aqui, mas precisamos de apoio. As ajudas são necessárias e sempre bem vindas para podermos tratar desse assunto que atinge diretamente as mulheres de nossa sociedade”, conclui Mariângela.
 

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