Decorações que revelam paixões

Parte da bagagem de vida de uma pessoa está estampada na decoração de seu lar. Basta observar os antigos registros encontrados nas cavernas para perceber que o homem sempre teve a necessidade de imprimir suas preferências, desejos e anseios através da ornamentação de espaços.

Apesar de manter-se estática, uma casa pode expor individualidades utilizando diferentes arranjos no espaço, cores, tecidos e composições. “Uma residência pode ser considerada uma extensão do seu dono, com isso, o papel da decoração extravasa o objetivo de exibir apenas beleza e assume também a função de comunicar quem são seus proprietários”, comenta a arquiteta Marca Campetti, do Estúdio Campetti, a respeito dos efeitos que as escolhas causam em um ambiente.

Fotografias, obras de arte, quadros, almofadas, esculturas, tapetes e demais objetos temáticos podem fazer toda a indiferença em um espaço. “Imagine um quarto decorado com tema carros de Fórmula 1, por exemplo. Nele é possível perceber todo o interesse do morador em manter-se conectado com esse mundo, tornando o espaço mais íntimo e pessoal”, completa.

Os móveis e objetos são versáteis, muitas vezes com formas criativas e que se permitem ser explorados, promovendo um ambiente criativo e repleto de autenticidade.

Vacina nacional ou importada?

Tenho sido frequentemente abordado por pessoas, inclusive colegas veterinários, que afirmam veementemente que vacinas de empresas nacionais não são boas. Afirmam que recebem vários animais com a carteirinha de vacinas perfeitamente preenchida e animais com doenças cujas vacinas deveriam prevenir.

É importante considerar que a vacinação não extingue o risco do paciente desenvolver a doença que aquela vacina previne. É bem pouco provável que um animal vacinado desenvolva a enfermidade que a vacina previne, mas não existe vacina 100% eficaz. De todas as formas, consideramos praticamente risco zero que um animal saudável e vacinado desenvolva a doença para a qual ele foi vacinado.

Mas então porque vacinas falham, e especialmente as “nacionais”?

Antes de falarmos sobre as falhas vacinais, devemos considerar o conceito de vacina ética e não ética. Vacinas éticas são aquelas vendidas somente para estabelecimentos veterinários de saúde animal, ou seja, clínicas, consultórios e hospitais veterinários. Vacinas não éticas são aquelas produzidas por laboratórios que permitem a venda a qualquer estabelecimento.

No Brasil, registrar uma vacina “importada” ou “nacional” requer os mesmos procedimentos. É dizer que mesmo que uma vacina que já é consagrada fora de nosso país, para adentrá-la e obter registro precisa passar por TODOS os testes novamente, realizados aqui no Brasil. Nossos órgãos de aprovação não admitem testes já realizados em outros países. E, por incrível que pareça, registrar um medicamento (vacina) na ANVISA, é muito mais trabalhoso no Brasil que em muitos países desenvolvidos.

Outro fator que deve ser considerado é que mesmo as vacinas ditas importadas, têm grande parte de seu manuseio e produção aqui no Brasil.

Mas então porque tanta gente fala das vacinas de laboratórios brasileiros.

Arrisco afirmar que o problema não são as vacinas. Nossos laboratórios produziram e produzem vacinas muito bem. É com vacinas nacionais que controlamos a raiva urbana em quase todo território nacional; é com vacinas nacionais que controlamos a febre aftosa nos rebanhos do nosso país; é com vacinas nacionais que controlamos uma infinidade de doenças em seres humanos....

Acredito que a grande dificuldade está no armazenamento e momento da aplicação das vacinas. Estabelecimentos não veterinários e despreparados para manter as vacinas podem descuidar da estocagem, manutenção da temperatura e manuseio das vacinas durante a aplicação. Se a energia acaba, por exemplo, durante a noite e a temperatura da geladeira sobe, as vacinas estragam e todos os animais vacinados com aquelas doses não serão imunizados. A temperatura das geladeiras comuns não é estável nem constante e a maioria dos estabelecimentos não dispõe de termômetros dentro das geladeiras que registrem as temperaturas ao longo do tempo. Também é desconhecido para a maioria das pessoas o fato de que a porta da geladeira tem temperatura superior à desejada para a boa conservação das vacinas; assim como que a abertura constante da geladeira pode elevar em vários graus a temperatura em seu interior.

Na próxima edição, a coluna abordará a questão da aplicação de vacinas.

A tecnologia como ferramenta contra a crise

A economia brasileira passa por momentos difíceis. A falta de investimentos em setores básicos e estruturantes, assim como a falta de credibilidade internacional, fizeram com que o País parasse de crescer e, como consequência, há desemprego e crise. Neste cenário surgem empresas menores, com menos funcionários e patrimônio, mas com mais capacidade de produção intelectual. Pequenos projetos, geralmente criados a partir de boas ideias, garantem rentabilidade alta mesmo com pouca infraestrutura.

Pequenos negócios de tecnologia, por exemplo, que envolvem equipamentos modernos, aplicativos e softwares de serviços, surgem como alternativa para a perda do poder aquisitivo da população. As chamadas startups reúnem necessidades atuais com soluções do futuro e, assim, oferecem produtos criativos e acessíveis.

O mercado não para de crescer, de contratar profissionais qualificados e de gerar recursos.  A cada dia surgem no Brasil mais negócios como estes com grande potencial de crescimento.

Vale, no entanto, conhecer as iniciativas já existentes e conversar com quem já possui empresas deste ramo. Para crescer neste setor exige muito esforço, dedicação e atualização constante. Crise? Que crise?

Pesquisa inédita ganha verba e parceria internacional

Uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias da UFPR acaba de receber apoio internacional e terá continuidade promissora numa parceria com a Michigan State University (MSU), dos Estados Unidos. A pesquisa, inédita, identifica e relata uma forma de Atrofia Progressiva de Retina que acomete cães da raça Whippet, atendidos no Serviço de Oftalmologia Comparada do Hospital Veterinário da UFPR. Trata-se de uma doença análoga à Retinose Pigmentar (RP) dos seres humanos.

Conduzida pelo grupo de pesquisadores formado pelos professores Fabiano Montiani-Ferreira, do Departamento de Medicina Veterinária, Mario Sato, do curso de Medicina da mesma instituição, pelo doutorando e médico veterinário André Tavares Somma e pelo médico Naoye Shiokawa (Retina & Vítreo Consultoria, Curitiba-PR), a pesquisa aponta que as características clínicas sugerem que a doença identificada nos Whippets é um tipo inédito de Retinose Pigmentar, com características clínicas únicas. Tal descoberta tem impacto para a oftalmologia veterinária, oftalmologia médica e saúde pública.

Após identificarem os primeiros animais apresentando a doença, atendidos no Hospital Veterinário da UFPR, os pesquisadores divulgaram o interesse em caracterizar a doença nos animais desta raça por meio de e-mails, cartazes e postagens nas mídias sociais. Ao final de dois anos, por meio de exames simples e não invasivos, como fotografias do fundo de olho, os pesquisadores identificaram 16 cães afetados com a doença, todos da raça Whippet, além de examinarem inúmeros animais clinicamente saudáveis, sendo que alguns deles seriam potenciais carreadores da doença. Cegueira noturna e ausência de respostas durante testes visuais foram sinais sempre presentes em cães afetados mais velhos.

Exposição retrata o cotidiano dos últimos gorilas do mundo

Pelas lentes do empresário Raul Frare será possível ver as imagens dos últimos gorilas que vivem no mundo. O registro do empresário que visitou mais de 100 países é tema da exposição da galeria do Park Gourmet, no ParkShoppingBarigüi. Atualmente, restam menos de 800 primatas e boa parte vive nas profundezas das florestas da África, em um lugar lendário: as Montanhas de Virunga.

A mostra “A montanha dos gorilas” retrata a vida selvagem desses habitantes ameaçados de extinção em um dos lugares mais remotos do planeta, em meio à cadeia de oito vulcões. Raul Frare foi até a África Ocidental para registrar, de perto, o comportamento de um dos seres mais emblemáticos do mundo.

Para chegar até os gorilas, Frare precisou caminhar por três horas subindo as montanhas de Virunga. No trajeto, sempre acompanhado de um guia, o viajante pode contemplar, por uma hora, os primatas em seu habitat natural. Em sua aventura, Frare se deparou com a realidade de um lugar inóspito, porém que sofre com a caça ilegal. A exposição, como reforça Frare, apresenta uma mensagem de reflexão sobre os problemas que a natureza vem enfrentando.

No coração da África vivem os últimos gorilas do mundo. Aproximadamente 400 primatas estão no Parque Nacional Impenetrável de Biwidi, em Uganda, e a outra metade nas montanhas de Virunga, ao longo da fronteira entre Ruanda, República Democrática do Congo e Uganda.

Quantidade exata de adornos tornar o ambiente agradável

Um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou que pessoas que vivem rodeadas por muitos objetos de decoração possuem altos níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse. De acordo com a pesquisa, o exagero nos adornos transmite a mensagem de casa bagunçada que, por sua vez, remete ao fracasso e deixam as pessoas deprimidas.

Mas isso também não quer dizer que agora todo mundo deva seguir o estilo minimalista. O que precisa existir é um estudo do ambiente e seu layout para haver harmonia entre a quantidade e tamanho dos adornos com o décor do local. Profissionais de arquitetura e decoração trazem dicas para realizar essa tarefa com êxito.

“O ideal é ter lacunas que valorizam os pontos preenchidos, por meio do contraste entre cheio e vazio. Diante disso, sugiro que a pessoa escolha alguns pontos mais importantes da casa para adornar e deixe outros mais limpos. Isso vai fazer com que os adornos escolhidos ganhem protagonismo”, ensina a arquiteta Simone Rocha.

Couro ecológico é aposta em decoração

A grife Studio Casa, com loja de móveis e decoração de alto luxo em Curitiba, tem como um dos grandes destaques de sua atual coleção o couro ecológico fendi. O acabamento é uma exclusividade da marca, que tem assinatura do renomado arquiteto e designer Eduardo Mourão.

As peças ganharam o estilo clássico atualizado do profissional, o mesmo utilizado em seus projetos de arquitetura Brasil afora. A exclusiva criação está em sofisticados móveis e objetos decorativos, como cômodas, aparadores, abajures, mesas laterais, caixas e pufes, que levam elegância à ambientação.

Além do couro ecológico fendi, a Studio Casa destaca as cores branca e teal (verde turquesa) e tecidos nobres, como o linho, em diversos tons e texturas. Integram a coleção as linhas Rústico Chic, um mix de mobiliário em madeira rústica natural, aliada a detalhes de aço inox; e New Beach, com a referência de remos, conchas, estrelas do mar e corais em objetos de decoração, almofadas e luminárias, produzidas em madeira natural, linho e vidro colorido.

Cores e estilos marcam projeto de reforma

Atender as perspectivas do início de uma vida a dois foi o desafio da arquiteta Tatielly Zammar em uma reforma de apartamento para um jovem casal, em Curitiba, que contemplou hall social, área de serviço, cozinha, living social e jantar, circulação dos quartos, banheiro social e suíte casal com banheiro e closet.

O imóvel de 120 metros quadrados ganhou um visual moderno e jovem, integrando os ambientes, principal exigência dos proprietários. “Optou-se pela distribuição de áudio em todos os ambientes, com foco em um espaço social de convívio em família e para receber amigos. Como não há churrasqueira, fizemos um bar bem atrativo no living”, comenta a arquiteta. O destaque deste projeto está na sala, pela ousadia de cores e materiais e pela multifuncionalidade do espaço.

O projeto consiste na reforma do apartamento completo, com alterações de paredes e novo layout de distribuição. O projeto de interiores também foi completo, desde parte elétrica, gesso, revestimentos e mobiliário. “A área de serviço foi transferida para o local onde era o quarto de serviço, com isso aumentamos bastante a área da cozinha e fizemos a integração da mesma com a sala, ampliando o espaço social. O lavabo social foi eliminado para ganharmos um hall de entrada”, explica a profissional. Outra alteração foi a integração da varanda com a sala, fazendo o fechamento externo com vidro e ganhando este espaço coberto. A integração de um quarto à suíte principal também foi realizada para criar o closet do casal.

Funcionalidade e beleza em móveis sob medida

Existe uma forte tendência em utilizar móveis soltos novamente nos ambientes, principalmente se for um produto assinado ou com algum valor agregado. Mas os móveis sob medida ou planejados ainda não saíram de moda. No momento de misturar as três formas, é importante garantir uma composição harmoniosa.

“Geralmente o uso de vários tons amadeirados correm o risco de sobrecarregar no efeito do conjunto, mas se essa for a intenção nada impede de utilizá-los”, comenta Katalin Stammer, designer, arquiteta e supervisora dos cursos de Design de Interiores, Decoração de Ambientes e Design de Jardins do Centro Europeu de Curitiba.

Há diferença entre os modelos. O móvel planejado é geralmente realizado pelas lojas por meio de uma modulação pré-estabelecida pela fábrica, ou seja, acaba tendo algumas limitações quanto a tamanhos de módulos. Sob medida é geralmente executado pelas marcenarias, e seguem com maior fidelidade o projeto original no sentido de não sofrer adaptações por causa dos módulos. Os dois tipos de fabricação são focados numa solução personalizada.

“Quando o móvel segue uma exigência quanto às medidas exatas, ou tem de possuir detalhes mais complexos como, por exemplo, nichos diagonais de adega ou formatos orgânicos (mais arredondados), indica-se o uso do móvel sob medida. Para todos os outros usos, o móvel planejado adequa-se muito bem”, opina Katalin.

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