Gastronomia

Delícias e bom atendimento a luz da lua

O grande diferencial das feiras noturnas são as bancas de hortifrutigranjeiros convivendo lado a lado com trailers e furgões repletos de deliciosas comidinhas prontas

Bem estar do curitibano é prioridade do prefeito Rafael Greca, pensando nisso, alimentos deliciosos e atendimento diferenciado caracterizam as feiras livres realizadas em vários endereços da capital paranaense.

Nas feiras livres dos bairros Batel e do Juvevê, as duas ao ar livre, na Rua Alexandre Gutierrez, entre as Avenidas Iguaçu e Silva Jardim, no Batel e no calçadão da Avenida Anita Garibaldi, entre a Rua Campos Sales e a Avenida João Gualberto, oferecem inúmeras opções e a qualidade inigualável. 

O grande diferencial das feiras noturnas da Prefeitura de Curitiba são as bancas de hortifrutigranjeiros convivendo lado a lado com trailers e furgões repletos de deliciosas comidinhas prontas. Também há comerciantes de peixes, carnes, pães, ovos, embutidos, queijos e outros alimentos embalados ou a granel.

Ao todos são dez pontos, de terça-feira a sábado, das 17 às 22 horas, no Batel, Juvevê e também em Santa Felicidade, no Hugo Lange, Bacacheri, Alto da Glória, na Vila Izabel, Água Verde, no São Francisco e Bigorrilho.

“Com a mudança do perfil das famílias, com a mãe trabalhando fora e todos com uma rotina intensa durante o dia, as feiras noturnas são uma alternativa para a compra de alimentos frescos depois do expediente”, diz o secretário municipal de Agricultura e Abastecimento, Luiz Gusi. “Além disso, pais e filhos têm um programa diferente à noite, como saborear pratos prontos ao ar livre”, completa ele.

Os comerciantes que atuam nas feiras noturnas contam que o perfil do freguês vai mudando com o passar das horas. “Quando as feiras começam, às 17 horas, normalmente são as funcionárias da casa que nos procuram para comprar frutas, verduras e legumes. A partir das 18 horas, é a vez dos estudantes virem fazer um lanche. Depois das 19 horas, começam a chegar famílias, os casais e os amigos em busca das comidas prontas para consumir no próprio local”, explica Jeferson Slompo, 42 anos, que comercializa frios e embutidos nas feiras do Juvevê e do Água Verde.

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