Economia

Locação residencial tem alta de 13% no ano passado

Expectativa para 2018 é positiva tanto para quem loca quanto para quem aluga; planejamento financeiro é essencial para construir patrimônio

Com o cenário econômico mais estável neste início de ano, o mercado imobiliário continua a apresentar sinais de recuperação. Segundo um levantamento realizado pelo Grupo Zap Viva Real, a procura por aluguel residencial apresentou alta de 13% em todo o País, entre os meses de janeiro e novembro de 2017, em comparação com o mesmo período de 2016. Além disso, com os sinais de recuperação da economia brasileira, em janeiro de 2018, o Índice FipeZap de Locação – que acompanha o preço de aluguel de imóveis em 15 cidades brasileiras – registrou alta de 0,35%, superando a inflação de +0,29%, medida pelo IPCA/IBGE.

O momento é uma boa oportunidade para quem possui imóveis e quer aumentar a renda a partir do aluguel. A Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, por exemplo, conta com um produto chamado Aposentadoria Imobiliária. A ideia é simples: a pessoa compra uma cota e, após a contemplação, adquire um imóvel para locação. Com o valor do aluguel, o consorciado pode quitar as parcelas restantes, comprar mais cotas e formar uma carteira de imóveis, aumentando o seu patrimônio e sua renda de maneira segura.

Para a diretora-superintendente da Ademilar, Tatiana Reichmann Schuchovsky, o investimento em imóveis é um dos mais rentáveis para quem procura a estabilidade financeira. “Com as mudanças e oscilações econômicas, é preciso ter planejamento para investir de maneira inteligente. No consórcio não existem juros, o que facilita na hora de traçar uma estratégia de investimento para o futuro”, afirma.

Alugue mais rápido
Mas, mesmo em tempos de reaquecimento do mercado imobiliário, há certa cautela no mercado. Algumas dicas práticas podem ser seguidas para preparar o imóvel e locar de maneira mais rápida. “Normalmente, quem está à procura de um imóvel para alugar tem urgência na mudança, por isso, oferecer alguns itens básicos e mobiliário fixo é um grande diferencial. Pias, armários de cozinha e banheiro são bons exemplos que podem influenciar na decisão do locatário”, afirma a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Positivo, Fernanda Bertoli.

Definir o perfil do público-alvo também é algo importante, segundo ela. “Casas não mobiliadas geralmente são alugadas por longos períodos. Já apartamentos mobiliados ou semi mobiliados, em geral, são locados por contratos de curta ou média duração”, explica Fernanda. Para quem deseja investir e equipar o imóvel, a arquiteta recomenda a contratação de um profissional, para que o espaço seja pensado como um todo. “Um arquiteto vai pensar e planejar o espaço de maneira funcional e atrativa para quem vai morar. É importante não encher o imóvel de forma que o locatário não consiga colocar sua personalidade no local”, orienta.

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