Cidade

Com quase 400 pedidos no 156, moradora quer arrumar a cidade inteira

Eliete Ferraz Sabino de Almeida é uma das usuárias mais ativas da Central 156

"Adotei Curitiba como minha cidade”, conta a gaúcha Eliete Ferraz Sabino de Almeida, que deixou Porto Alegre aos 13 anos rumo à Rua Imbituva, no Cajuru, de onde nunca mais saiu. Hoje, aos 62 anos, pode ser considerada uma curitibana especial.

Motivo
Eliete é uma das usuárias mais ativas da Central 156, que atende e encaminha solicitações dos moradores da capital. Mais especificamente, ela é a segunda com maior número de protocolos registrados; 397 ligações ao longo de 16 anos.

“Ligo para tentar mudar tudo o que eu vejo que está errado”, diz ela. Muitos deles, ficam longe da região onde mora ou mesmo onde circula com frequência. “Curitiba é uma cidade modelo, então temos que conservá-la para todos.”Para ela, a população deve cuidar da comunidade como pode e cobrar o poder público. “É assim que se constrói cidadania”, afirma.Embora o número de ligações seja alto, Eliete diz que é preciso ter responsabilidade na hora de solicitar uma obra: “Não adianta pedir se a sociedade não usar depois. Sempre procuro saber [antes] se é necessário”. Ela ressalta que os recursos públicos são dinheiro, por conceito, da população e precisam ser gastos de forma consciente e eficiente.PedidosOs pedidos são bastante variados: pavimentação, revitalização, iluminação, roçada, trânsito e assistência social.Entre as solicitações de assistência social, por exemplo, Eliete faz questão de avisar a Prefeitura sempre que moradores em situação de rua. “É preciso ter consciência de que a qualidade de vida deles pre
cisa melhorar. Posso dar um prato de comida, mas só isso não resolve o problema”, defende.Entre as obras que ela solicitou e viu ser realizada está um redutor de velocidade da Rua Luiz França, no Cajuru, que beneficia idosos e cadeirantes. “Pensei nisso quando vi um cadeirante com muita dificuldade para fazer a travessia”, conta.Essas, como todas as demais solicitações feitas pelo 156, são analisadas tecnicamente pela Prefeitura. Um vez justificadas, elas entram no cronograma para serem implementadas.De acordo com ela, mais de 90% dos pedidos que faz são atendidos pela Prefeitura: “Não adianta desanimar e desistir de cobrar”.

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