Papagaio come milho. Pobre do periquito

Ao que tudo indica, o Aparecido (José Aparecido Nunes Pires) irá carregar nas costas a culpa total pelo vazamento do dossiê FHC. Vai desaparecer silenciosamente da Secretaria de Controle Interno da Casa Civil, retornando para o Tribunal de Contas da União. Pura negociata com seus superiores, ante a sua disposição de "não cair sozinho". Quem mais iria escorregar nessa lama toda? Tem muita gente do alto escalão envolvida neste vazamento, mas a ordem é abafar tudo. Não podemos nos esquecer que, quando era oposição, o PT ficou conhecido pelo uso de uma rede de servidores fiéis, aperfeiçoados em encontrar deslizes de seus rivais e alimentar as mais variadas denúncias. Em ano eleitoral, tudo pode acontecer. Prefeitos, vereadores e administradores públicos, que serão candidatos, têm que se submeter a uma série de restrições administrativas, para evitar que usem a máquina pública e se beneficiem eleitoralmente. Todo cidadão, que venha a identificar algum comportamento irregular de administradores públicos, pode recorrer ao Ministério Público e denunciar. Isso também se aplica ao gerenciamento dos condomínios. Qualquer condômino, que perceba irregularidades em seu condomínio, tem o direito de pedir esclarecimentos à administração ou ao síndico.

O inverno dá o ar da graça. Com os arbustos e árvores ficando ressecados pelo frio, faz-se necessário a manutenção dos jardins, evitando assim, problemas nos telhados e calhas, com o excesso de galhos e folhas levados pelos ventos. Fique informado com nossas matérias e leia diariamente a versão on-line, no www.omoradoronline.com.br.

Promessa feita, promessa cumprida?

Bom, agora que as eleições em Curitiba chegaram ao fim, cabe a nós eleitores fazermos a nossa parte, ou seja, ficar de olho nos 38 vereadores eleitos para nos representar na Câmara Municipal de Curitiba. Foram muitas as promessas feitas pelos ansiosos candidatos, que não mediram esforços em conquistar nosso honrado voto. A posse dos novos e dos vereadores reeleitos será em janeiro de 2009. A partir daí, veremos qual é o candidato bom de bico. Fiquem atentos. A "Lei Seca" continua em vigor, mas o que se constata diariamente é a irresponsabilidade de nossos motoristas. Mesmo em plena luz do dia, deparamos com a triste imagem de motoristas, na maioria jovens, com latinhas de cerveja ao volante, sem se preocuparem com a possibilidade de serem autuados, ou pior, sem se importarem em pôr em risco suas vidas e as dos outros. Lemos em matéria jornalística que houve uma grande redução do consumo de bebidas, por jovens, em casas noturnas de Curitiba. Infelizmente, não é o que ocorre. Já percorremos vários barzinhos, danceterias, mix, pubs e constatamos o consumo indiscriminado de vários tipos de bebidas alcoólicas por parte da clientela jovem. Pior ainda, muitos (as) desses (as) jovens carregam sua bebida preferida até a porta do carro e, depois de sorver o último gole, sentam ao volante e vão embora. Precisamos de mais rigor por parte da polícia militar na fiscalização de trânsito. Tá certo, falta equipamento para atender tal demanda. Então, vamos cobrar do Governo Estadual a liberação de verbas para a aquisição de Bafômetros. Vamos cobrar dos nossos vereadores e prefeito propostas e projetos que eduquem e reeduquem nossos motoristas e que promovam a conscientização da importância da segurança no trânsito. A grande maré que causou a reviravolta no mercado de ações de todo o mundo está afetando o nosso mercado interno. Empresas exportadoras, que baseiam seus lucros em dólares, tiveram grandes perdas, afetando a venda de matérias primas, de insumos e as importações. É, a marola do Presidente Lula já fez subir o preço do dólar e disparar os juros no país. Economia não é a sua praia, caro Presidente. Nesta edição saiba como evitar furtos no condomínio. Veja o que a falta de manutenção nos prédios pode acarretar ao condomínio e muito mais. Leia diariamente nosso jornal no site:www.omoradoronline.com.br. Boa leitura.

Boatos e especulações

Uma grande parte das investigações da Polícia Federal, da Receita Federal e por que não dizer, das matérias jornalísticas, que causam impacto ao público, começou por meio de boatos e especulações. Boato que circula na Internet a respeito da Farsa da Mega Sena, que está sendo investigada pela Polícia Federal, e que existem várias pessoas envolvidas no esquema, entre elas funcionários e auditores, além de funcionários graduados do governo federal. Alegam os internautas, que esta matéria foi noticiada pela Record e Band, quase não havendo divulgação pelo restante da imprensa. A onda da crise financeira mundial que, segundo o nosso Presidente, seria apenas uma “marola”, uma especulação do mercado financeiro, já chegou ao Brasil e começa a gerar crise no comércio, na indústria e até na lavoura. Isto não é boato. Outro fato. Segundo nossos parlamentares em Brasília, o governo federal não empenhou qualquer recurso dos R$ 306 milhões, em emendas aprovados em 2007, para serem investidos neste ano, faltando dinheiro para a construção do Contorno Rodoviário de Cascavel e um importantíssimo conjunto de obras de estruturação da rede hospitalar do Paraná. Ao que parece a campanha acabou e, com ela as promessas do Governo Federal. E, para terminar, em visita ao Brasil o Prêmio Nobel da Paz de 1970, Norman Borlang, disse em entrevista, que o Programa Bolsa Família não pode ficar restrito a doação de dinheiro, mas que deve dar condições de trabalho para a população carente e gerar empregos. Não basta dar o peixe, tem que ensinar a pescar. As festas natalinas e de final de ano estão chegando e com elas, as reformas nas fachadas das casas e edifícios. A busca por profissionais capacitados e artigos de decoração faz o preço da mão de obra aumentar e encarecer a matéria prima. Leia outros assuntos de interesse nesta edição e acompanhe o site www.omoradoronline.com.br.

Antes que o ano termine

As festas natalinas e de fim de ano estão chegando. Com elas, o corre-corre nas lojas especializadas, para a compra de enfeites para as fachadas das casas e dos condomínios. Cuidado, veja se a rede elétrica comporta a demanda de fios e conexões com tomadas, assim, você estará evitando problemas com curtos-circuitos e possíveis incêndios. Não exagere nas comemorações gastronômicas e alcoólicas. E, ao fazer suas compras de presentes, lembre também dos menos favorecidos e faça a alegria de uma criança carente ou de uma família menos favorecida. Quanto ao resto, continuamos na mesma. A crise chegando ao Brasil, empresas demitindo, a polícia militar de alguns estados continua despreparada, o preço da cesta básica aumentando, o agronegócio e as montadoras freando a economia no Paraná. O dinheiro arrecadado pela Previdência, destinado à aposentadoria, continua sendo usado para várias outras pastas do Governo Federal, menos para pagar, com justiça, nossos aposentados. Em mais um escândalo da cueca, o empresário Enivaldo Quadrado, réu por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha no processo do mensalão de Marcos Valério, foi preso pela Polícia Federal com mais de 361 mil Euros, equivalente a R$ 1,16 milhões. A polícia prendendo, a justiça soltando e o povo ficando acuado, com medo de sair de casa. Dia 1º de janeiro teremos a posse dos prefeitos e vereadores eleitos. Desejamos que todos consigam realizar todas as suas promessas de campanha e que seus eleitores acompanhem seus trabalhos nas prefeituras e câmaras municipais. No mais, nós do Jornal O Morador desejamos aos nossos leitores um Feliz Natal e um ótimo Reveillon. Até o ano que vem.

Profissionais que ficam atrás das grades

A grande quantidade de profissionais que se lançam no mercado a cada ano, somado ao fato de outras áreas praticarem arquitetura, prejudica um pouco os serviços e a visão do consumidor.

Na verdade, as coisas acontecem mais ou menos assim: ah deixe que isto eu mesmo faço!.

É uma pena... Um projeto bem elaborado resulta em resultado competente, sem excessos, com gastos bem aplicados e, principalmente, quando é possível concluir, por intermédio do projeto, que o resultado é uma arte. É difícil compatibilizar o bom funcionamento, o custo e, ainda por cima, um resultado impressionante.

Faça um teste você mesmo. Passe a observar, no curso do seu dia, como estamos sujeitos aos erros mais primários sem nos darmos conta disso.

Observe um estabelecimento comercial qualquer, e veja quantas inadequações você percebe numa rápida visita.

Ao chegarmos a casa em que funciona o comércio ou serviço nos deparamos com uma cor forte, (que a esposa do proprietário escolheu) com ares de comércio e até que é uma cor interessante, digamos diferente. Acontece que, poderiam ter parado na construção principal, aproveita-se a mesma tinta, pintam-se os muros da frente, laterais, e volumes distintos, garagens, telhados e anexos que deveriam estar pintados com cores mais discretas para ressaltar a construção principal.

Quando o objetivo é aproveitar os detalhes da construção para combinar cores, aí o desastre é iminente. Ou, executa-se um trabalho que é um desastre eminente.

No jardim de entrada, quando o abominável, c a f o n é r r i m o e espinhento, pingo de ouro, faz o contorno completo no jardinzinho da frente, o paisagista passou ao largo e foi o jardineiro quem sugeriu a espécie a ser plantada.

A placa que identifica o estabelecimento está sempre no pior local possível, literalmente atrás das grades, de modo que da rua a imagem que fica é a do profissional preso, ou pela falta de segurança das cidades, ou pela falta de criatividade do arquiteto que deve posicionar os letreiros, de fronte aos gradis, ou em locais mais altos, de modo que sua leitura não fique intermediada pelas grades.

Se optar pelo prático capacho tipo "Kapazzi", jamais escreva ali o nome do profissional ou da empresa, para que os clientes, ao chegarem, fiquem com aquele "rapa-pé" sobre suas marcas e nomes.

Na sala de espera nada de televisores muito altos que dão dor no pescoço, nem cadeiras bonitas e desconfortáveis porque o visitante deve esperar com conforto e tranqüilidade.

As revistas velhas devem ir para o lixo. É melhor não tê-las por perto.

Os banheiros devem ser limpos, e bem executados para que não voltem cheiros desagradáveis e indicativos de sujeira.

Às vezes, dá vontade de tirar tudo dali, simplificar, limpar tornando o ambiente, discreto, agradável e bonito.

Os quadros das paredes devem ser escolhidos pela arte que representam, não pelo parentesco ou amizade com a artista. Você pode sempre comprar um quadro por compaixão, mas deixe-o guardado para outra oportunidade.

Faz-se a pergunta: era para ficar bonito? Mas porque que não ficou?

A resposta é simples, faltou a técnica que só o profissional habilitado detém.

É sempre bom contar com eles porque você passará a ver um novo mundo que antes não enxergava.

O direito de ser indenizado quando incluído o nome indevidamente nos órgãos de proteção ao crédito

Toda pessoa tem o direito de ser indenizada quando tem seu nome incluído indevidamente no SERASA ou SCPC, este direito é garantido em nosso diploma legal.

O dano moral indenizado neste caso é em decorrência do prejuízo que afeta o ânimo psíquico e moral da vítima. Os bens jurídicos não são só constituídos de haveres econômicos, mas também no caso valores morais; quais sejam a honra, a imagem, a saúde psíquica, o sofrimento, a tristeza e o pesar diante de constrangimentos.

Quando uma empresa inclui o nome do cliente nos órgão de restrição ao crédito indevida-mente, à mesma está violando o artigo 5º, X, da CF e art. 6º do CDC, tendo neste caso o dever de indenizar a pessoa que teve injusta-mente seu crédito restrito.

O dever de indenizar independe do dano causado, pois basta que a pessoa prove que teve seu nome inscrito nos órgãos de proteção ao crédito. Ou seja, o simples protesto indevido, ou inclusão no vídeo cheque ou SCPC faz surgir o direito de ser indenizado, pois a simples restrição já presume incômodo e lesão ao direito do consumidor.

Para mensurar o valor a ser indenizado o juiz vai levar em consideração a condição econômica de ambas as partes, portanto o valor a ser arbitrado deve compensar o dano moral sofrido, porém não pode representar um valor que enriqueça a vítima

Horas extras – Banco de horas

A Consolidação das Leis Trabalhistas em seu artigo 59, estabelece que o empregado não pode estender mais de 2 (duas) horas extras por dia, ou seja o funcionário que exerce sua jornada em 8 horas diárias não poderá ultrapassar a 10ª hora diária, logo a empresa que adota o banco de horas deve observar este limite de horas diárias.

Várias empresas se utilizam do banco de horas, que nada mais de que um acordo de compensação de horas, ou seja, esporadicamente a empresa necessitando dos serviços de seu funcionário prolonga sua jornada de trabalho em um determinado dia e compensa essas horas posteriormente. Vale ressaltar também que essas horas não devem ultrapassar a 44ª semanal, e que deverão ser compensadas num período Maximo de 1 (um) ano.

O acordo de compensação de horas poderá ser elaborado de forma individual entre o empregado e o empregador ou de forma coletiva, com acompanhamento ou não do sindicato da categoria. No entanto é recomendável que o sindicato esteja presente na negociação para com isto preservar os interesses dos trabalhadores.

Caso o empregado venha a praticar uma jornada de trabalho superior a 10 horas diárias, o empregador terá que remunerar o empregado das horas excedentes como horas extras com adicional de no mínimo 50%. Ainda, as horas extraordinárias forem praticadas de forma habitual, o acordo poderá ser descaracterizado tendo em vista o disposto na Súmula 85 do TST.

Diante do exposto, quando instituído o banco de horas deve ser observado, juntamente com o empregado, à forma de sua implantação, bem como verificado as reais necessidades da empresa.

Mais Artigos...

Colunas

CURITIBA RECEBE QUEEN EXPERIENCE IN CONCERT EM AGOSTO

O evento que acontece no dia 17 agosto, na Ópera de Arame, relembra os grandes clássicos da lendária banda de Freddie Mercury

Continue lendo

Edifícios também adoecem

Por Luiz Fernando de Queiroz, autor do TPD-Direito Imobiliário e do Guia do Condomínio IOB

Continue lendo

Projetos que é verdadeira lição de estilo

Solução criativa para transformar ambientes da casa

Continue lendo

Brunch exclusivo

Por Bebel Ritzmann

Continue lendo

Não basta vigiar o papel

Por Luiz Fernando de Queiroz, autor do TPD-Direito Imobiliário e do Guia do Condomínio IOB

Continue lendo

O Morador  Online  - Todos os direitos reservados - Desenvolvido por MMV
Fone: 41 - 3333-8017